Principais Conceitos

Principais conceitos da Análise do Comportamento/Behaviorismo Radical.

Todo o conteúdo desta página a partir daqui é um resumo feito por mim do livro “PRINCÍPIOS BÁSICOS DE
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO” de Márcio Borges Moreira e Carlos Augusto de Medeiros, editora artmed–2007.

Informações adicionais sobre os autores no final da página.

Reflexo incondicionado ou inato ( UR ): Reflexo é sinônimo de resposta,o reflexo inato é aquele que o indivíduo apresenta em resposta a algum estímulo do ambiente instintivamente, ou seja, uma resposta não aprendida, já vem com o indivíduo desde o seu nascimento, faz parte da seleção filogenética, são uma resposta fisiológica.

Condicionamento Pavloviano ou Reflexo aprendido: Consiste emparelhar um estímulo Neutro (que não produz resposta ) a um reflexo incondicionado, fazendo assim que o indivíduo associe o reflexo incondicionado ao estímulo neutro. Com a repetição dos emparelhamentos, o indivíduo passa a emitir a mesma resposta que emitia frente ao reflexo incondicionado frente a exposição do estímulo neutro. O estímulo neutro torna-se estímulo condicionado, ou seja, o indivíduo foi condicionado a emitir resposta diante dele. O fisiologista Russo Ivan Pavlov foi quem descobriu este condicionamento, ele emparelhou várias vezes a carne ( estímulo incondicionado/produz reflexo incondicionado[ fazia o cão salivar ] ) para um cão, junto ao som de uma sineta ( estímulo neutro/não produz resposta[ não fazia o cão salivar ] ). Após aproximadamente 60 repetições do emparelhamento, o cão associou o som da sineta com a carne, após a associação apenas por ouvir o som da sineta ele salivava ( resposta condicionada/aprendida )

Generalização respondente: Quando o indivíduo passa a emitir a mesma resposta para estímulos parecidos fisicamente. Por exemplo: alguém que tenha medo de galinha generaliza para qualquer tipo de ave o seu medo por causa da semelhança física.

Extinção respondente: Acontece quando o estímulo condicionado for apresentado diversas vezes sem a presença do estímulo condicionado. No experimento de Pavlov antes citado, após o condicionamento ( produzido pelo emparelhamento do som ao alimento ), o som de uma sineta passou a eliciar no cão a resposta de salivação, esta resposta reflexa condicionada ( salivar na presença do som ) pode desaparecer se o estímulo condicionado ( som ) for apresentado repetidas vezes sem a presença do estímulo incondicionado ( alimento ), ou seja, quando o estímulo condicionado é apresentado diversas vezes sem a presença do estímulo condicionado, a resposta condicionada desaparece gradualmente.

Recuperação espontânea: O comportamento extinto volta, mas com menor resistência a extinção, mais fácil de ser novamente extinto.

Contracondicionamento: Como sugere o nome, consiste em condicionar uma resposta contrária aquela produzida pelo estímulo condicionado. Por exemplo, se um determinado estímulo condicionado elicia ansiedade, o contracondicionamento consistiria em emparelhar este estímulo condicionado a outro que elicie relaxamento.

Dessensibilização sistemática: Esta é uma técnica muito eficiente utilizada com base na generalização respondente. Ela consiste em dividir o procedimento de extinção em pequenos passos, ou seja, o psicólogo começa com um estímulo pouco parecido fisicamente ao que produz a resposta que ele quer extinguir, e aos poucos, de acordo com a evolução do paciente, ele vai aumentando progressivamente a semelhança entre o estímulo apresentado e o que produz a resposta a ser extinta.

Fatores que influenciam no condicionamento Pavloviano

– Freqüência de emparelhamentos: Quanto mais freqüente é o emparelhamento di estímulo incondicionado com o estímulo condicionado mais forte é a resposta condicionada.

-Tipo de emparelhamento: Respostas condicionadas mais fortes surgem quando o estímulo condicionado aparece antes do estímulo incondicionado e permanece quando o estímulo condicionado aparece.

Intensidade do estímulo incondicionado: Um estímulo incondicionado forte tipicamente leva a um condicionamento mais rápido.

-Grau de predição do estímulo condicionado: Um estímulo neutro que sempre é apresentado junto ao estímulo incondicionado gera um condicionamento com facilidade do que um estímulo que as vezes é apresentado e as vezes não é.

APRENDIZAGEM PELAS CONSEQUÊNCIAS – O REFORÇO

Até o momento só foi abordado o comportamento respondente, isto é, vimos um tipo de relação entre o ambiente (fornece o estímulo) e o organismo ( emite a resposta ), na qual dizemos que um estímulo elicia uma resposta. Vamos falar agora um pouco do comportamento que engloba a maior parte dos comportamentos do organismo, o comportamento operante termo cunhado por B.F. Skinner, vamos a sua definição:

Comportamento operante: Aquele comportamento que produz conseqüências ( modificações no ambiente ) e é afetado por elas. Logo, consideramos como conseqüência como as conseqüência daquilo que fazemos o que nos mantém no mesmo caminho ou nos afasta dele, no caso do comportamento operante, ele é controlado pelas suas conseqüências.

Reforço: Chamamos reforço a conseqüência de um comportamento que aumenta a probabilidade dele voltar a ocorrer. Quando as alterações no ambiente aumentam a probabilidade do comportamento que as produziu voltar a ocorrer, chamamos tal relação entre o organismo e o ambiente de contingência de reforço.

Reforço natural: No momento em que a conseqüência reforçadora do comportamento é conseqüência direta do próprio comportamento, dizemos que a conseqüência é um reforçador natural.

Reforço arbitrário: Quando a conseqüência não é produto direto do comportamento, chamamos essa conseqüência de reforço arbitrário.

Extinção operante: Suspensão do reforço, o que provoca a diminuição da probabilidade deste comportamento voltar a ocorrer, o comportamento volta a seu nível operante, isto é, a freqüência do comportamento retoma os níveis de antes do comportamento ter sido reforçado.

Resistência a extinção: É definida como o tempo – ou número de vezes – em que um organismo continua emitindo uma resposta ( comportamento ) após a suspensão do reforço.

Fatores que influenciam na resistência a extinção:

Número de reforços anteriores: Quanto mais um comportamento é reforçado, mais resistente a extinção ele será.

Custo da resposta: Quanto mais esforço é exigido para emitir um comportamento, menor será sua resistência a extinção.

Esquemas de reforçamento: Será visto mais a fundo adiante, mas pode-se adiantar que quando um comportamento as vezes é reforçado e as vezes não é, ele se tornará mais resistente a extinção do que um comportamento reforçado continuamente.

Outros efeitos da extinção:

-Aumento na freqüência da resposta no início do processo de extinção: Antes da freqüência de uma resposta começar a diminuir, ela aumenta abruptamente, como se fosse uma luta para conseguir novamente o reforço.

Aumento na variabilidade da topografia ( forma ) da resposta: Logo no início do processo de extinção, a forma como o comportamento estava sendo emitido começa a modificar-se.

-Eliciação de respostas emocionais: Raiva, ansiedade, irritação, frustração.

Modelagem: Novos comportamentos surgem de comportamentos anteriores com base em reforço diferencial ( reforçar algumas respostas e extinguir outras similares) e aproximação sucessiva ( exigir gradualmente comportamentos mais próximos do comportamento alvo) a fim de ensinar um novo comportamento. A modelagem tem como característica fundamental a imediaticidade do reforço, ou seja, quanto mais próximo temporalmente o reforço estiver do comportamento, mais eficaz ele será no processo de modelagem.

APRENDIZAGEM PELAS CONSEQUÊNCIAS: CONTROLE AVERSIVO.

Como já sabemos o comportamento operante é aquele que produz modificações no ambiente e que é afetado por elas. Chamamos tais modificações no ambiente de conseqüências do comportamento. Já se conhece também um tipo destas conseqüências, que é o reforço, mais especificamente o reforço positivo ( reforço porque aumenta a probabilidade do comportamento voltar a ocorrer ; positivo porque a modificação produzida no ambiente era sempre a adição de um estímulo).

Existem também outros tipos de conseqüência do comportamento que também aumentam a sua freqüência( reforço negativo ) e outros que diminuem a freqüência ( punição positiva e negativa )

Reforço negativo: Quando retiramos do ambiente algum estímulo aversivo. Por exemplo, você está com dor de cabeça e toma um analgésico, neste caso concluímos que o comportamento de tomar analgésico provavelmente voltará a ocorrer no futuro na presença da dor de cabeça, pois ele retirou o estímulo aversivo do ambiente, a dor de cabeça. A retirada do estímulo aversivo do ambiente é chamada reforço negativo.

Comportamento de fuga e esquiva:

Fuga: Quando o estímulo aversivo já está presente no ambiente, e este comportamento retira-o do ambiente. Por exemplo, o caso de um adolescente usar o creme para secar a acne que já está em seu rosto. Neste caso, a resposta de usar o creme é uma fuga mantida pela retirada da espinha da face, a espinha, estímulo aversivo,já estava presente.

Esquiva: O comportamento de esquiva acontece quando o estímulo aversivo não está presente no ambiente, e emitir este comportamento, o de esquiva, faz com que o estímulo não apareça ou demore mais a aparecer. Por exemplo, uma criança finge estar dormindo para que a mãe não a mande arrumar a cama.

Note que os dois são mantidos por reforço negativo, isto é, retirada de estimulo aversivo do ambiente.

Punição: Conseqüência do comportamento que torna menos provável sua repetição.

Punição positiva: é uma contingência onde o comportamento produz a apresentação de um estímulo que reduz a sua probabilidade de ocorrência futura, isto é, adiciona um estímulo aversivo.

Punição negativa: é a conseqüência de um comportamento onde ocorre a retirada de reforçadores ( também de reforçadores de outros comportamentos ). Por exemplo, uma pessoa acessava sites não confiáveis em seu computador, o computador é infectado por vírus de forma que ele deixe de funcionar, agora além de não poder acessar os sites não confiáveis, também não pode acessar os confiáveis, também foram retirados estímulos reforçadores de outros comportamentos ( acessar sites confiáveis ).

Em suma, punição positiva é a adição de um estímulo aversivo e punição negativa é a retirada de um estímulo reforçador.

A diferença entre punição negativa e extinção, já que os dois são a retirada de estímulos reforçadores do ambiente, é que na punição a retirada dos estímulos é conseqüência de algum comportamento anterior ,na extinção, a retirada não é em conseqüência de nenhum comportamento anterior.

CONTROLE DE ESTÍMULOS: O PAPEL DO CONTEXTO

O termo controle de estímulos refere-se a influência dos estímulos antecedentes sobre o comportamento, isto é, o efeito do contexto sobre o comportamento.

A despeito do principal determinante do comportamento operante ser sua conseqüência ele não ocorre no vácuo, ou seja, os eventos antecedentes também influenciam a probabilidade de ocorrência de um comportamento operante.Essa influência do comportamento operante se dá pela relação que possuem com as conseqüências do responder.

Estímulo discriminativo Sd: São os estímulos que sinalizam que uma dada resposta será reforçada naquele ambiente. Ou seja, o ambiente mostra-se favorável a emissão de reforço em resposta ao comportamento do organismo.

Estímulo Delta S∆: Estímulos que sinalizam que um comportamento não será reforçado são chamados estímulos delta. Ou seja, o ambiente não mostra-se favorável para a obtenção de reforço em resposta ao comportamento do organismo.

Treino discriminativo: Dizemos que houve um treino discriminativo quando um determinado comportamento tem alta probabilidade de ocorrer na presença do Sd e baixa probabilidade de ocorrer no S∆.

O Sd não elicia resposta, ele apenas fornece o contexto onde torna-se mais provável que a resposta ocorra. Um cisco no olho elicia a resposta de lacrimejar, mas ao ver o cisco você pode dizer “isto é um cisco”, como pode não dizer nada. Você teve o contexto favorável a emissão do comportamento, porém não o emitiu.

ESQUEMAS DE REFORÇAMENTO

Esquema de reforçamento contínuo: Sempre que o comportamento é emitido ele é reforçado.

Esquemas de reforçamento intermitente:

Esquemas de razão: Caracterizam por exigirem um certo número de respostas para a apresentação do reforçador. Isto é, o organismo deve emitir o comportamento mais de uma vez para ser reforçado.

Razão fixa: Neste caso, o número de comportamentos exigidos para a apresentação de cada reforçador é sempre o mesmo.

Razão variável: Neste esquema que é muito mais comum em nosso cotidiano, o número de comportamentos necessários entre cada apresentação do reforço se modifica, isto é, varia.

Por exemplo, um cabeleireiro corta cabelos neste esquema. Se ele ganhar R$20,00 por cada 4 pessoas que ele cortar o cabelo, o reforço será contingente ao número de pessoas que ele cortar o cabelo. Se o número de clientes necessários para ele ganhar 20 reais variasse, seria razão variável, uma vez ele tem de cortar cabelo de 5 clientes para ganhar 20 reais, outra vez de 3, outra vez de 8,assim por diante, sem número fixo, seria razão variável.

Esquemas de intervalo:

Nos esquemas de intervalo, o número de respostas não é relevante, bastando apenas uma emissão de comportamento para a obtenção de reforço. O tempo decorrido entre o último reforçador para o determinante se o novo comportamento será reforçado ou não.

Intervalo fixo: O período entre o último reforçador e o próximo reforçador é sempre o mesmo, há um padrão de tempo a ser seguido.

Intervalo Variável: O esquema de intervalo variável é similar ao de intervalo fixo, com a diferença de que os intervalos entre o último reforçador e a próxima disponibilidade não são os mesmos, ou seja, o tempo varia.

Tempo de disponibilidade: Cotidianamente os reforçadores não ficam disponíveis por todo o tempo, se demorarmos a ligar a TV no sábado, perderemos o episódio dos simpsons. Um recurso metodológico adotado em experimentos para aumentar a disponibilidade entre a situação cotidiana e a situação experimental, é o tempo de disponibilidade, o qual representa um limite de tempo até o comportamento ser emitido. Caso o comportamento não seja emitido o reforço deixa de estar disponível, reiniciando a contagem do intervalo para a próxima disponibilidade.

COMPARAÇÃO ENTRE ESQUEMAS INTERMITENTES E CONTINUOS

Freqüência de respostas: Em geral, os reforçamentos intermitentes produzem uma freqüência de respostas maior do que os esquemas de reforçamento contínuo. Isto se dá por duas razões básicas: 1 ) como no reforçamento intermitente apenas algumas respostas serão reforçadas, teremos uma relação maior de respostas por reforço, o que produz uma freqüência maior de respostas; 2 ) quando o comportamento é reforçado por reforçadores primários ou incondicionados ( água, alimento, sexo ) a saciação é mais rápida, fazendo com que os reforçadores tenham seu valor diminuído. No reforçamento intermitente o comportamento é reforçado menos vezes, demorando mais para gerar saciação, e portanto, o organismo acaba emitindo mais respostas.

Aquisição de comportamentos: O reforçamento contínuo é muito mais eficaz para a aquisição de um novo comportamento do que o intermintente.

Manutenção de um comportamento: Os reforçamentos intermitentes, principalmente os variáveis são ideais para a manutenção de uma resposta, ou se seja, aumenta sua resistência a extinção.

Padrões comportamentais de cada esquema:

Padrão de razão fixa ( FR ) : Caracterizado por produzir uma taxa alta de respostas uma vez que quanto mais o organismo responder, mais respostas obterá, porém há uma pausa na emissão de comportamentos pelo organismo após o reforço.

Padrão de razão variável ( VR ): Este padrão é caracterizado pela ausência de pausas ou por pausas curtas. Não há como discriminar se o número de comportamentos a serem emitidos para o próximo reforço é grande ou pequeno.

Padrão de Intervalo Fixo ( FI ): Este esquema produz menores taxas de resposta por duas razões: 1 ) não é exigido um número de respostas para a obtenção do reforço; 2 ) é o esquema que produz as maiores pausas após o reforçamento, uma vez que o organismo aprende o tempo médio para que consiga obter reforço.

Padrão Intervalo Variável ( VI ): Apesar de ser um esquema de intervalo, o VI produz um padrão com uma taxa relativamente alta de comportamentos. O organismo não tem como prever quanto tempo terá de esperar para o próximo reforço.

EFEITO DO TAMANHO DO ESQUEMA

Nos esquemas de razão, quanto maior o valor do esquema ( tamanho do esquema ), a)maior a freqüência de respostas, pois serão necessárias mais respostas oara cada reforço, b) maiores serão as pausas após o reforço, pois o último reforçamento será menos correlacionado com o reforçador, tanto em FR como em VR. Já nos esquemas de intervalo, quanto maior o valor do esquema, b) maiores serão as pausas após o reforço, pois facilitará a discriminação temporal; e c) menores serão as freqüências de respostas, pela mesma razão. Portanto, o padrão comportamental de cada esquema não é influenciado apenas pelo esquema em si, mas também pelo tamanho do esquema.

Esquemas não-contingentes e o comportamento supersticioso

Existem dois tipos de esquemas em que não há relação de contingência. Isto é, o reforço é liberado independente de uma resposta especifica.

Existem também eventos climáticos, como sol, chuva, mesada, pensão, aposentadoria, que são reforços apresentados em esquemas não contingentes, isto é, sem a necessidade de emissão de algum comportamento.

Tempo fixo ( FT ): Este esquema é caracterizado pela apresentação de reforçadores em intervalos de tempo regulares,mesmo sem nenhum comportamento ser emitido. Exemplos deste comportamento são no caso, mesada, pensão alimentícia, etc. nos quais o individuo recebe reforço todo mês sem necessidade de emitir algum comportamento. Seria descrito como FT: 30.

Tempo variável ( VT ): Quando os reforçadores são apresentados em intervalos irregulares de tempo, independente de um comportamento, dizemos que temos um esquema de tempo variável. Este esquema assemelha-se muito ao VI, mas no VI é necessária a emissão de algum comportamento, no VT não.

Quando o indivíduo associa algum acontecimento independente de seu comportamento a algum comportamento que ele tenha emitido, há a formação de comportamento supersticioso.

Reforço diferencial( DRO)

Ele é a principal alternativa comportamental para reduzir a freqüência de um comportamento sem a utilização de punição. Consiste em reforçar todos os comportamentos, exceto aquele que deseja reduzir a freqüência.


Em breve, esta página irá falar também sobre a Análise Funcional do Comportamento.


Autores:

Márcio Borges Moreira

Mestre em psicologia pela universidade Católica de Goiás ( UCG )

Doutorado em Análise do Comportamento pela Universidade de Brasília ( UnB )

Professor do instituto de Educação Superior de Brasília ( IESB )

Carlos Augusto de Medeiros

Doutor em psicologia pela Universidade de Brasília ( UnB )

Professor do instituto de Educação Superior de Brasília ( IESB ) e do

Centro Universitário de Brasília ( UniCeub )

Autor do resumo:

Esequias Caetano de Almeida Neto

Aluno – 4° período de psicologia do Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM)

Monitor de Análise do Comportamento (UNIPAM)

Estagiário em Psicologia Educacional

Qualquer dúvida ou sugestão entrar em contato com o autor do blog em:

netopsico@yahoo.com.br

A parte da definição de Behaviorismo Radical foi retirada do Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Behaviorismo_radical

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